Sobre Nós recai A Sombra

De Enigma
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Mahou no Kami -- Capítulo Um -- Sol Cajueiro

Um livro de Future Pop Adventure -- Estágio -- O Segredo das Origa

Nota: Todos os Direitos reservados (Sol Cajueiro).

Este texto foi publicado em 31 de Outubro de 2020.

Dedicatória

À minha filha, minha motivação; aos meus pais, irmãos, de sangue e de caminho; aos amigos, de coração, a quem sempre deu apoio, em corpo, mente e espírito, e está agora digno de minha eterna gratidão.

Obrigado.

Origa – O Chamado

Quem poderia dizer que, entre nós, também vivem Eles? E o que fazer quando a sua grande chance aparece, venha ver o que o Destino apenas reservou para as princesas! Você poderia ser uma delas.

Uma história de redenção, emoção e guerra, envolvendo a restauração da Sociedade Universal; mas, saiba que o tempo de sofrimento que existiu não pode ser deixado para trás, e vamos ter de começar de onde estamos -- Aprimoramento nunca é o bastante.

Venha ver essa disputa de poder, entre a Integridade e a Corrupção.

Ninguém sabe o que vai acontecer.

Cap 1 – Sobre Nós recai A Sombra

Nossa história começa quando um jovem muito sofrido, que sofre porque ele descobre que é adotado indo ao médico com seu pai, desvenda segredos sobre a sua verdadeira origem; mas, vai muito além disso. Sendo assim, Athýmas descobre que é bruxo, coisa que seu pai já falava com ele desde pequeno, só que deixa seu pai muito preocupado. Ele grita: – "Você não é meu pai!", e sai de casa. Ele não tem uma direção, nenhum lugar para ir; segue seus instintos, uma inspiração que nunca soube que tinha, mas descobre que tinha isso, e muito mais.

"Mas eu nunca manifestei magia",... pensa ele, o tempo todo – "Meu pai não é bruxo, ele é mago,... Não tenho nenhum laço com ele".

O jovem Athýmas descobre um dia, que é bruxo, quando é cercado por um grupo de ladrões, andando a esmo, e solta um raio para se defender.

Clap-clap-clap-clap-clap, ele ouve.

– Parabéns, jovem,.. Pensei que era o fim pra você, depois que o líder deles disse: "Perdeu, playboy"; mas me diz então, o que você é?

Athýmas sentiu uma atração irresistível por ela.

Não era nenhuma sensação que fosse conhecida por ele, ele sentia que ela era a sua salvação.

– O que,... Você fez alguma Magia contra mim? Eu sinto,.. sinto que você é a minha,... não sei explicar,..

– Ah, não! Não acredito – disse a mulher; ela era invisível, quase, uma forma translúcida, armada com duas adagas – Eu sou a sua Presença?!,.. Isso não pode ser verdade,.. E eu, que só estava querendo comer,...

– Comer? O que você,..

– Você não vai querer saber,... Foi criado entre os mortais, provavelmente, e não vai conseguir entender o que os imortais fazer.

Ele reúne todos os esforços, para dizer.

– Eu,... Eu sou um bruxo.

Athýmas não sabe se foi a incerteza em sua voz que fez isso, agora dizendo a frase pela primeira vez, mas a mulher desfez dele.

– Bruxo? Sei,... Cadê o chapéu pontudo?

– Eu não sei do que você está falando,... Eu só estou dizendo que não sou uma pessoa qualquer! Eu sou um bruxo.

Ela analisa ele, depois de ele reconfimar isso.

– Vou ficar de olho em você – diz a mulher translúcida – Vou manter um olho em você, mas agora,... Vá pra casa. Você não sabe o que diz.

E ela escalou o prédio, indo embora.

Deixou ele, sem nem dizer adeus.

O jovem ficou ali, alguns momentos, agora ciente de que precisava dizer uma coisa ao seu pai, hoje, em seu próprio aniversário.

Seu pai havia escolhido um presente.

Mas bem, ele não vira o que era, porque gritou com ele: – Você não é o meu pai! – e saiu de casa, sem saber para onde ia.

Athýmas faz o caminho para casa preocupado, porque sabia que havia agora descoberto que era mesmo um bruxo.

Ao chegar em casa, seu pai o esperava. Estava com uma bola de cristal nas mãos e, como sempre, devia saber tudo o que aconteceu.

O jovem se senta, no sofá.

– Eu quero estudar Magia – diz Athýmas, depois de alguns momentos de um silêncio perturbador – Eu sou um bruxo.

– Você,... quer? – diz seu pai.

Athýmas pensa, um pouco melhor.

– Eu,... preciso aprender Magia.

Este capítulo é, em um dia presente e quente, no ano de dois mil e dezessete, quando temos referência dada por Entidades poderosas, pessoas que tornam esta data o melhor início. Presente, passado, ou futuro. Depende, e é muito complicado de explicar; então, observe os detalhes, e vamos aos fatos.

O que é importante é que nós precisamos de pessoas importantes para se definir Tempo. Então, isso permitir a observadores com uma data, que nós podemos chamar de presente. Este é o início do século vinte e um, um tempo que tem um enorme número de desafios adiante; mas, também vamos ver a narrativa vagar entre referências diferentes, outros tempos, outras ameaças, outras oportunidades.

Antes de mais nada, você deve saber de uma coisa.

Quem nasce para a Magia não tem escolha: ou vai atrás da Magia, ou a Magia vai atrás dele – um ditado importante.

Hoje, Teodoro é um garoto comum.

Isso, ao menos, é o que sua mãe e seu pai pensam que ele é, e ele também acredita nisso.

Ele frequenta uma escola comum, e tem hábitos comuns.

Sua janela do segundo andar fica de frente à janela de uma mulher jovem, e muito bonita.

Todos os dias, eles competem.

Não faça um caso disso – eles nunca conversaram um com o outro, mas a mulher fica muito feliz de competir com ele.

A casa dela é grande, com piscina e jardim, duas árvores grandes, e tem três andares, em que a mulher e os pais dela vivem.

Ela fica muito feliz porque ele sempre ouve rock clássico, e ele só tem onze anos! Ela ouve rock, industrial e música clássica. Teodoro já aprendeu o que é o industrial alemão, porque ele tem um aplicativo no seu celular que identifica qual a música que está tocando, e que também te dá as letras para que assim você saiba o significado da música. Eles alternam a trilha sonora do ambiente, saudavelmente competindo, e a trilha sonora é a sua conversa.

E então, hoje ela ouviu a uma música calma, ambiente, mas o seu vizinho não respondeu.

Tarja vai até a janela para confirmar que ele está dormindo, mas no lugar do seu vizinho ela vê uma jovem coberta de cima embaixo de roupas pretas, sentada na cama dele; ela assume que a garota tem a idade dele.

A mãe veio ao quarto do seu filho, e coloca as mãos na cabeça, como alguém que acaba de ver o Inferno diante dela.

– Oh, meu Deus,... O que está acontecendo?

A garota de véu se move um pouco, e elas ouvem a voz dela. Tem um tipo de sotaque que não vem de língua nenhuma.

– Eo nãu gosta'r lembra'r de guerra. Nóus refugiados de Sír'ya perde'r tudou – diz a garota.

A mãe coloca a mão na boca, tentando desfazer isso. Ela vê a mulher pela janela. A vizinha continua na janela, e então a mãe sai do quarto para chamar o seu marido.

Não há reação da garota de véu, uma jovem que não sabe bem a língua local, ali precisando de ajuda, e a mulher não sabe o que deveria fazer.

– O que está acontecendo? – pergunta o pai.

– Nosso filho desapareceu, e agora existe essa garota no lugar dele, e ela diz que é refugiada da Síria.

O pai esperou um pouco, antes de começar a questionar ela.

– Onde está o meu filho? – ele parecia esperar grandes explicações, mas não vieram.

– E'o ser refugi'da – disse a garota – Mueto feliz de ter femília, por favo'r, por favo'r eu precisa de ajouda.

A mãe foi até a janela e fechou a cortina, como quem diz isso é familiar, só entre nós.

Dois dias se passaram, então, e Tarja não viu mais o garoto, ou a garota, e a janela estava sempre fechada. Ela poderia esquecer o problema. Mas bem, aquela noite Tarja ouviu uma voz e uma conversa vindo da janela dos vizinhos, então ela desligou a luz, e se aproximou.

– ,... e vocês vão precisar de documentos – disse um homem.

– Você realmente acredita que essa garota é nosso filho, só que garota? Por favor, quando você ligou eu não sabia como você sabia.,.. disso. Eu nõa sei o que aconteceu. Nós – diz o pai, a mãe pega a mão do pai – Nós só estamos querendo saber o que é que está acontecendo.

– Isso é provavelmente um caso de transfiguração sobrenatural, mas nós ainda estamos investigando – diz a voz severa de um homem – Saibam que ela agora é uma responsabilidade, vocês não podem abandonar ela, então eu sugiro que vocês adotem ela... mesmo porque, é seu filho.

Ficaram em silêncio, mas alguns momentos depois Tarja ouviu a mesma voz severa de um homem.

– Nós estamos investigando vinte mil transfigurações semelhantes, que estão acontecendo na nossa cidade, com jovens e alguns adultos também. Não sabemos aidna o que é isso, o Caso das Garotas de Véu,...

– Vocês não podem dizer isso a ninguém – diz a mesma voz de um homem, então eles são dois.

– Bem, vocês vão precisar de documentos para ela, e nós temos contatos para produzir um histórico escolar para ela – diz o severo – Eu entendo que vocês estão preocupados. Posso dizer isso pelo rosto de vocês, e pelas suas vozes, e nós somos investigadores paranormais, nós já vimos coisas piores que essa.

"Investigadores? Com jovens e alguns adultos também.,.. O que",...

– A vizinha de janela viu ela – diz a mãe, não deu tempo de Tarja se esconder, dessa vez.

De repente, a cortina abriu e havia um homem sério olhando para ela.

– Você vai me ajudar a ajudar você – diz ele, num tom claro; e era o homem sério que a viu.

Tarja sabe que ele vai pedir a ela para não dizer a ninguém, que ela deverá manter segredo, então ela se prepara para a conversa.

– Bom,... – diz o homem – me deixe eu me apresentar. Eu sou Lucius, e eu sou um investigador. Este é Lagos (o outro homem chega perto da janela). Nós somos investigadores paranormais e do sobrenatural; e você viu o que aconteceu, então eu preciso te pedir para não comentar com ninguém.

– E quem iria acreditar nisso? – ela desacredita, casualmente.

– Só estamos sendo prevenidos – diz Lagos. Tarja pensa: – "Agora é a minha única chance.

– E se eu quiser saber o que está acontecendo? Quero dizer, se vocês dois precisarem de ajuda na investigação? Não gostei da careta! Eu sou uma adulta, e eu sei o que eu quero, e eu quero saber o que está acontecendo.

– Bem,... Você pode fazer um teste – diz Lucius – Você poderia vir até aqui, para que a geste faça o teste? Quer dizer, vamos fazer o teste, e de novo, você vai me ajudar a ajudar você.

Dois minutos depois, Tarja entra no quarto do vizinho.

– Olá, vizinhos! – ela diz, casualmente; então, ela se vira para Lucius, o outro parece só um ajudante dele – Que tipo de teste é esse?

Ele balançou a cabeça, pensando no que iria dizer.

– Aqui, pegue isso – e ele deu a sua varinha a ela, mas Tarja nunca imaginou isso, não sabia o que deveria fazer.

– O que eu deveria fazer? – ela se sente desconfortável.

– Você vai balançar a varinha, e dizer: "Ortfýr!". Você vai apontar para este guarda-roupas, não aponte para pessoas! Vamos ver,...

– "Ortfýr!" – e o guarda-roupas pegou fogo! – O que,...

– "Inkantanna Fuger!", disse o outro homem, rápido. O fogo se extinguiu, mas deixou uma Tarja muito impressionada, ali de pé, de varinha na mão.

– Bom,... – Lucius sempre parece severo – Eu tenho uma coisa a te dizer: Você é uma bruxa – ela ficou tentando entender – Como você se chama?

Tarja – ainda sem entender – Tarja Tsuki. O que você quer dizer?

– Que você é uma bruxa – Lagos consegue sorrir – A palavra mágica "Ortfýr" só funciona com quem tem Aptidão de nascença.

– Eu sou,... uma bruxa? Aptidão, você disse? O que significa, ser uma bruxa? – quis saber a linda vizinha.

– Isso quer dizer, Tarja, que você precisa de proteção. Os bruxos estão em guerra, contra os magos, faz mais ou menos mil anos. Nós somos bruxos, e vivemos no mundo do sobrenatural, da Magia. Me devolve minha varinha, por favor.,..

Ela entregou a varinha a ele de volta, e rapidamente começou a pensar, esse era o melhor momento possível,..

– Porque vocês não tentam "Ortfýr" com ela? Quero dizer, com ele.,..

– Você,... é um gênio – revela Lucius – Nós deveríamos fazer o teste com todas as garotas de véu – o outro concordou – Vamos mandar mensagem para os bruxos que estão investigando, para fazerem o teste com elas.

Lucius olhou para a garota de véu, tentando simplificar.

– Você viu ela testando "Ortýr!", tente fazer igual.

– Agoura? Ce'ertu. "Ortfýr!" – e o guarda-roupas abriu – Em noume dous mo'rtous, que qu'ié issou?

O guarda-roupa abriu, e tinha um espelho de corpo, no qual Tarja viu a si mesma, mas havia uma mulher, muito bonita, atrás dela.

Tarja olhou rapidamente para trás, mas nada.

Viu que os outros dois, Lucius e o outro, não pareciam cientes de que ela havia visto alguém; ao olhar de novo, a mulher não estava mais no espelho.

– Quer dizer que você é uma bruxa – diz Tarja, feliz – Mas então, vocês dois me devem uma.,.. Garota, qual é o seu nome?

Alia – mas, então, para a surpresa de todos os presentes, ela de repente fala com a voz de um garoto – Qu'ie do caralho,..

Lucius olha para Tarja, ele é meio fleumático, pensa ela. Não dá pra saber se ele está feliz.

Tarja, como eu havia dito, você me ajudou a te ajudar. Você é um gênio! Isso é muito bom – voltou ao tom normal – O que você quer fazer, agora?

– Eu tenho que ir a uma escola? Onde é? – questiona ela. Eles ficam sem se mover, sem resposta – Que absurdo! Porque não existe uma Escola?

– Não. Nós viajamos atrás de conhecimento. Nós estamos nos escondendo, e são os magos que dominam o mundo. Eles dominam o mundo desde a época da Idade Média, mil anos atrás, desde antes da Inquisição.

– Isso é um absurdo! Precisa existir uma escola! Quero dizer,...

– Não preocupa, você salvou mais de vinte mil bruxos – Lucius começa a lhe dar nos nervos, sem tom – Vamos ter de proteger todos eles.

– Todas as sociedades tem de decidir como passar o conhecimento para as novas gerações – Tarja viu os dois se olhando, sem palavras.

– Agora,... – diz Lucius, com calma – nós vamos te mostrar as vilas, e então, lá é onde você vai conseguir uma varinha.

– E então, o que? Como eu acho as vilas? Porque eu preciso de varinha, para começo de conversa? Vocês vão dizer tudo a mim,... e a ele – Tarja apontou o seu vizinho com a sua cabeça, ou melhor, com o queixo.

– Nós temos de te explicar como entrar em Sintonia, e esse é o primeiro passo para conseguir saber o que fazer. Nós não podemos dizer tudo,...

– Porque não? O que tem pra esconder?

E é assim que começa, com Lucius e seu amigo descobrindo que Tarja tinha muitas perguntas; mas vamos voltar a isso depois.

– Está certo, então – Lucius explica – Primeiro, você precisa aprender a entrar em Sintonia; sem isso, você não tem como encontrar as passagens, e sem isso você não vai encontrar os professores que podem te dar o que quer, ou precisa. A Magia está em todo lugar. Você vai ver isso. Nós só dissemos que não podemos ensinar tudo de uma vez, porque estamos nos escondendo dos idiotas.

– Idiotas, você diz – Tarja pensou, e concordou – Eu vou ter de entender a tal da Sintonia, então. Me mostre – desafia ela.

Athýmas se atrapalhou, desde o início, porque ele logo viu que seu pai, que ele agora aprendeu que era importante, era um mago, e na verdade ele não sabia nada do que um bruxo deveria estudar. O nome que ele carrega, Athýmas Bitter, ele herdou de Karl Bitter, que ele logo aprendeu o porquê não sabia nada do que um bruxo precisava. Apenas no começo, porque Bitter tentou ensinar o que ele mesmo tinha como magia, só que não era intuitivo.

– Você não tem nenhuma teoria sobre o que eu deveria aprender? – ele fez a pergunta, mas seu pai não quis explicar o motivo.

– Por favor, eu estou protegendo a nossa família – disse ele.

– Como foi que vocês me adotaram?

– Você foi deixado na nossa porta, e Massa te encontrou. Não tinha nenhum cartão, nada que identificasse você, só um bordado na roupa, com "Athýmas", no lado esquerdo; e por isso, nós decidimos te dar esse nome.

Athýmas ficou revoltado, mas se conteve.

Acreditava que alguém sabia tudo, e ele foi deixado ali por algum motivo, o qual ele não tinha como descobrir. Dois anos se passaram.

Tudo aconteceu em uma noite quente, aos quinze anos.

– "Saudações" – ele ouviu.

– Ai, ai,... vozes,... Quem é você?

– "Somos visitantes, e viemos fazer contato" – aí, ele se levantou.

O jovem vai até a janela, e olha para o céu noturno.

– Vocês são de outro mundo? Isso é sério?

– "Sim, isso mesmo. Nós somos de outro mundo".

– Que doido! – mas ele se conteve – Mas porque vocês vieram falar comigo, que não tenho nada de especial?

– "Nós sempre entramos em contato com o ser mais velho do mundo em que chegamos, e isso é o porquê você é especial".

Athýmas parou para pensar nisso.

Ele decidiu jogar, para saber mais.

– Vocês estão dizendo que eu sou o ser mais velho deste mundo? Mas o que vocês estão querendo comigo?

– "Queremos saber com quem devemos fazer o contato. Não conhecemos a história do mundo, para podermos decidir isso; e você, que é o Mais Velho, deve saber muito sobre a história deste mundo, então nós precisamos saber com quem fazer o contato. É isso que estamos esperando de você".

– Como é a sua sociedade? Como vocês são?

– "Isso você vai descobrir depois. Nós somos um império. Nós lutamos contra inimigos terríveis",...

– Você são um império.,.. Vocês tem nobreza?

– "Temos" – ele pensou, muito rápido.

– Então, todas as repúblicas estão fora da lista,.. Sobra o Reino Unido, e ou o Japão, que seria interessante vocês fazerem contato.

– "E onde são estes dois lugares"? – era difícil de dizer.

– Espera! Vou mostrar no meu celular,.. – pegou o telefone, e rapidamente ele encontrou a localização do Reino Unido – Isso! São essas ilhas, no oeste do lugar que recebe o nome de Europa. Agora, o Japão,... Fica no extremo leste, e também são ilhas. Mas,... Puta merda, o que é isso? Estou sendo hakkeado! Porra, não sei o que fazer! Vou desligar o celular – e rapidamente, desligou.

– "O que aconteceu"? – quiseram saber.

– Meu cel-,.. meu equipamento foi invadido. Não sei como dizer a vocês o que aconteceu.

– "Não vamos fazer contato com esse país, porque nós reconhecemos quando acontece um aviso; e o que você tem a dizer sobre o Reino Unido"?

– É um império, também – tenta ele – Vocês devem fazer contato com um reino que se chama Inglaterra, que tem Londres como capital. É um lugar muito, mas muito famoso, pelos castelos, e também pelos museus.

– "Gostamos" – fizeram uma breve pausa, Athýmas estava começando a se aventurar a fazer perguntas, mas não deu mais tempo – "Obrigado. Estamos indo fazer o contato; mas voltamos a nos ver, depois".

– De nada – e, então, a voz se foi.

(Fim do Cap 1)