Processo de Criação (Conlangs)

De Enigma
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Esta é a páginda sobre Processo de Criação (Conlangs).

Nota: Todos os direitos reservados (Sol Cajueiro).

A criação de línguas é uma arte singular, muito difícil e viciante –– muito viciante. Sol Cajueiro teve a idéia ainda na década de oitenta; e no ano seguinte descobriu que Tolkien havia criado línguas, o que se tornou uma revelação incrivelmente boa.

Aguarde enquanto é feita a redação e revisão desta página.

Muitos perguntam: 1. Porque? 2. Pra que? 3. O que você ganha com isso? 4. Que incrível! Deve ser difícil? 5. Como faz? Como é que você cria uma língua? Você cria as palavras, todas elas? Isso deve ser muito difícil. (Texto abaixo). 6. Tenho certeza que isso é um tipo de distúrbio psiquiátrico. (É mesmo? Tchau).

Mais que isso, pra dizer a verdade; você inventa uma nova forma de expressão.

Não sei exatamente como eu (Sol Cajueiro) começo a criação de uma nova língua, mas sem dúvida passa por uma fase inicial de definição dos sons a se usar na língua, daí para uma idéia geral sobre a gramática, passando também por classes de palavras e, então, a criação do vocabulário inicial.

Akkia foi a língua a qual tomou mais tempo até agora e tem mais ou menos 9 mil palavras.

Mas o que são palavras? Sem a sintaxe, elas se tornam um relex de uma outra língua, provavelmente a sua língua nativa.

Assim, o processo de criação determina o que é uma palavra nessa nova língua.

A partir desse ponto, a criação vai depender do contexto em que as palavras serão usadas, totalmente cultural. A ligação entre língua e cultura é incrível. Se torna muito mais fácil criar uma língua quando a cultura a ela ligada vai se desenvolvendo na mente do conlanger.

Ainda na década de oitenta, no início da criação da língua Draka –– a língua dos dragões –– ainda sem direção, a idéia era apenas a da criação da língua; mas aos poucos isso se modificou, e veio a dúvida: Como criar línguas se eu não conheço a minha própria língua nativa? Assim, o estudo da sua natlang (língua natural) nativa ajuda a entender que o processo de formação de palavras e também de sentenças em outras línguas é diverso, para dizer o mínimo. Aprender uma nova língua ajuda o processo, mas ao mesmo tempo que ajuda por quebrar o raciocínio monolíngue, atrapalha o conlanger no início do estudo.

Sol Cajueiro compartilha com amigos próximos, Heitor, Henrique etc que o Finlandês lhe ajudou a entender como uma sentença pode ser completamente diferente do Português, a entender casos e como pode funcionar a declinação, mas tudo o que era criado lembrava claramente o Finlandês. Sol: Eu me sentia frustrado, porque queria criar uma coisa que nunca existiu; só depois vi que isso é muito difícil de fazer.

A maioria das pessoas se sentiria frustrada em saber que o Inglês não é uma língua tão fácil.

Se pensarmos em termos gerais (estes números dependem da análise de especialistas), o Japonês é não só muito mais fácil quanto representa um número muito maior de línguas por suas semelhanças com a maioria das línguas que encontramos em nosso mundo, A Terra.

Assim, se pegarmos uma língua comum para A Terra, encontramos uma língua Verbo Final, com a tendência de ser Tópico Primeiro.

Isso é bem diferente do que o Inglês oferece, com uma estrutura SVO (sujeito–verbo–objeto); o mais usual é SOV, ou apenas Verbo Final.

Não sou um linguísta formado; estas observações são parte do meu processo criativo, e não estatísticas.

Mas então, Draka é uma língua Verbo Primeiro, tal como Oká do Império ediche e Mulala do Império de Mu, outras línguas em processo.

Oká ainda tem uma diferença das línguas da Terra: ela tem a tendência de ser Tópico Final com orações deslocadas.

Mulala é um nome dado em homenagem à jovem Malala que luta pelo direito à educação junto à ONU, e nome da língua dos moai, no Império de Mu. Este império é fundado na idéia de busca da perfeição; e escolas: este cenário é desenvolvido por Heitor Carvalho e faz parte do mesmo universo ficcional de Sol Cajueiro. Action Tale Enigma permite a vários autores tecerem suas tramas em seus cenários, em que uma trama auxilia no desenvolvimento da outra.

A língua Oká está sendo criada em um Grupo de Jogo, que usa a língua e também participa da disputa pelo poder da palavra.

Assim, O Jogo que usamos como método de criação envolve a criação de línguas ou conlangs.

Em teoria, o Grupo de Jogo vai criar uma língua e, no tempo esperado de no mínimo dois anos, irá aprender a língua que o próprio grupo cria; mas isso depende de história jogada, ou seja, ainda estamos testando a jogabilidade para leigos, não linguístas.

Se aventurando a aprender línguas sozinho, Sol descobriu por exemplo porque o Finlandês é tão difícil para o estrangeiro aprender.

Sua aluna, Ana Flávia foi para a Finlândia e aprendeu a língua. Isso é muito especial. A maioria dos gringos que vai para a Finlândia não aprende a língua; mas o segredo está na respiração: a formação de palavras e de sentenças do Finlandês exige uma respiração diferente.

Depois disso, o estudo do Alemão e do Japonês deu início à definição da língua Akkia, mas não de forma limitante.

Akkia é uma língua Verbo Segundo –– ou V2 –– e com a tendência Tópico Primeiro. Essa foi a primeira definição de sintaxe da ideolíngua, mas é claro que não para pelo caminho e depois disso foi adicionado Verbo Final para sentenças sem opinião pessoal por parte do falante.

Essa idéia fez toda a diferença na língua, porque daí nasceram as partículas de Opinião –– ou Bias –– ou seja: em Akkia, opinião é gramatical, então não há necessidade de aumentar o tom de voz –– isso é excelente para uma Battlelanguage –– ou língua de guerra –– uma das idéias por trás da criação desta língua; você vai encontrar na lista de Casos (Akkia) uma expansão desta mesma idéia; e em Verbos Básicos (Akkia) o ponto de partida da formação de Verbos, mais exemplo.

O início da paixão por Casos nasceu em 1995 no início do estudo do Finlandês, mas só onze anos depois foi compreendido o seu uso.

O Sistema de Casos de Akkia permite mudaça de Alinhamento (Akkia), o que não acredito que aconteça em nenhuma língua da Terra, pois ao falar sobre o assunto no grupo Conlangs os amigos linguístas debateram sobre o assunto e sugeriram que era uma idéia original.

A mudança de alinhamento permite à língua o uso do acusativo no dia a dia, mas passa para o ergativo em situação formal; além disso, outras mudanças ocorrem, até o Nível de Relações (Akkia) denominado Honorável, que inclui o não uso de verbos. Pode parecer difícil. O uso de partículas permite a transmissão de informação relevante para o ouvinte honorável, que fica com o cargo de preencher a falta de verbo em sua homenagem.

Nem tudo isso nasceu em um dia; as pessoas iriam se assustar como o dia a dia é essencial na criação de línguas.

Isso e, é claro, muito estudo sobre coisas que a pessoa comum não tem de lidar, nem se preocupar ao aprender um novo idioma.

Sol: Tenho o orgulho de falar um dialeto do Português; o dialeto mineiro serve de inspiração espetacular no processo de criação de uma nova língua, porque o Português tem duas formas distintas e complementares: o formal é a língua escrita e o informal é extremamente versátil. É mito quando um estrangeiro fala Português bem, pois é uma das línguas mais difíceis do mundo, e.g. o Yoda está invariavelmente correto nas frases de acordo com o Português e –– apenas –– não está usando uma gramática do dia a dia, ao passo que no Inglês sua sintaxe soa –– para dizer o mínimo –– estranha para o nativo.

Tudo isso são preocupações de um conlanger no processo criativo de uma nova ideolíngua.

O texto sobre Toj inclui –– ora –– como a primeira palavra criada para a língua Oká, em 2009.

Nem o nome da língua existia, ainda. As idéias vêm e vão. O dia a dia ajuda o conlanger a rever e revisar suas idéias, reconstruir a forma de dizer tais e tais coisas e, aos poucos, inventar novas fórmulas dentro da própria língua que cria, sem copiar a sua língua nativa; ir além, literalmente.

Isso se reflete em que Draka, por exemplo, não tem um vocabulário muito extenso –– tem umas duzentas palavras.

Mas porque dizer que uma língua com duzentas palavras é uma língua? Porque ela tem gramática, sintaxe, morfologia, etimologia etc.

O vocabulário, apesar de ser uma das partes mais divertidas da criação de línguas, não é o único processo.

Você pode também agrupar palavras da forma que quiser. O processo de reunir palavras, em Akkia, em Famílias que, então, são estudadas juntas –– mesmo quando não há nenhum tipo de semelhança ligando-as umas às outras –– facilita em muito o aprendizado, por exemplo.

O processo de Formulae (Akkia) foi criado para a ideolíngua Akkia ao mesmo tempo que a decisão de usar Família de Palavras.

Diga-se que a definição das letras como positivas, neutras e negativas deu início ao processo, que aumentou com o uso de partículas.

Desde o início, Oká foi idealizada para ser uma língua Ternária, com três tipos de verbo: afirmativo, negativo e dúbio|irrelevante. Assim sendo, o verbo "conhecer" é totalmente distinto do verbo "não conhecer" e ainda há uma terceira opção "é, não é, pode ser, talvez seja ou irrelevante".

Mas foi em Akkia que verbos ternários apareceram, pois é uma língua carregada em conjugação do Verbo; Oká não, é bem mais simples.

Atualizado em mesa de jogo, um dos jogadores (Antônio) sugeriu que o informal "iyalaloui" –– "obrigado", mas é muito mais como "valeu" –– fosse interpretado na frase: Kofi fer oe, iyalaloui (Café pra mim, por favor) –– como formal, pois está na posição de Tópico. A topicalização da expressão informal torna ela formal. Isso transforma "valeu" em "por favor". Além disso, o também jogador deste grupo (Rafael) sugeriu que o pronome "e", até aquele dia usado como "eu" sem gênero, se tornasse "eo" para falante feminina e "oe" para falante masculino. Isso tudo foi incorporado na língua, a partir daqueles dias de jogo.

Akkia também evoluiu muito graças a amigos que me permitiram expandir, dar aulas, exemplificar.

Depois de seis meses de estudo de Akkia, Luciana Lima foi capaz de traduzir sentenças em todos os Níveis de Relação, sendo o mais difícil o Honorável sem verbo; e diz que o que lhe ajudou a entender melhor Akkia foi o estudo de Grego e Latim, pois o Finlandês atrapalhou. O Finlandês é incrível, um idioma lindo e expressivo, além de não ser da família de línguas a que temos mais acesso no Brasil, o Indo-Europeu, mas pelo que parece a escolha de temas e casos em Akkia torna a língua mais próxima do Grego e do Latim do que do tão querido Finlandês; talvez, devido ao uso extenso de partículas, isso se misture ao Japonês. Todas são referências pensadas, mais ou menos casuais. Idéias, entre um café e outro, conversa de boteco, uma ida à livraria. Tudo o que um conlanger toma contato acaba se tornando inspiração e influencia diretamente seu trabalho.

Ao ouvir Akkia pela primeira vez, uma italiana disse lhe lembrar Tailandês.

Talvez, analisando Akkia, um linguísta a encaixe na família Altaica; mas isso pode ser só esperança.

Além disso, a escolha inicial sobre como uma conlang deve "soar" aos ouvidos dos falantes de outras línguas faz parte das decisões –– de Sol Cajueiro –– sobre como criar um novo idioma, entre as incontáveis possibilidades, seja ele a priori ou a posteriori.

Uma língua a priori é uma língua criada desde o início, sem tomar como base uma outra língua.

Já uma língua a posteriori é baseada em outra(s). Os dois modelos são interesantes. Aqui, vamos tratar de modelos pouco usados por conlangers, sendo o primeiro deles um a que se pode dar o nome de codelang –– do Inglês "code", código –– e isso vai facilitar você entender o processo de criação desde por onde passa o modelo de gramática a até como a língua soa para um ouvinte de xyz língua(s).

Assim que Sol define que suas línguas são codelangs, elas passam por processos específicos; um deles, o Formulae.

O Formulae é uma fórmula que varia de língua para língua, usado inicialmente em Draka, de 85 a 1991.

Muito tempo depois, Akkia estava ainda no início de sua formação, foi escolhido um sistema de fórmulas –– entre elas, as letras têm Polaridade (Akkia), que definem uma letra como positiva, neutra ou negativa –– então, ao olhar para uma palavra, você sabe se ela é positiva, neutra ou negativa. Isso só funciona 90% das vezes devido a irregularidades propositais geradas para uso da língua como Battlelanguage e ou em um Story Game, durante a cena de combate.

Diferente de Draka, Akkia tem pouquíssimas palavras mágicas, mas isso se concentra na formação das palavras.

Aqui temos o conceito de línguas mágicas: toda língua que carregue em si conceitos úteis à Magia, Teoria e Prática –– deve –– ser considerada uma língua mágica, mesmo se não tiver nem um único feitiço como parte de seu vocabulário.

Draka é uma língua apropriada para o estudo da Magia, devido a conceitos in-lang necessários à prática.

Nesse sentido, também Nekron é uma língua apropriada ao estudo, além de ter feitiços a disposição do estudante.

Outras páginas do nosso site irão explicar estes detalhes aos poucos; então, aguarde.

A escolha do nome Nekron para esta língua foi especial: é uma palavra na língua dos vikka ou vampiros e quer dizer "imortal", ou seja, o conceito nasce dentro da língua e não da opinião dos mortais sobre a sua palavra; e se você se lembrou do Grego, parabéns.

Durante muitos anos pesquisamos –– Sol e amigos, conlangers ou não –– sobre o registro de uma língua.

Não só isso não é possível, como ocorre às vezes que tão logo alguém tem uma idéia genial no meio das discussões dos grupos que reúnem os artistas, logo surge meia dúzia de opções variadas sobre o mesmo tema –– não que sejam exatamente cópias, não; mas não há o registro da idéia.

Assim sendo, estou me propondo em meu site a publicar Poesias (lista) e traduzir para as minhas conlangs.

Desta maneira, quem ler e gostar pode ficar com as belas palavras que o seu coração pedir.

Dito isso, uma conlang não é feita só de palavras –– já disse isso antes –– e eu tenho um projeto para o futuro, Terrant. Vamos considerá-la uma celtlang, ou seja, uma conlang do grupo celta; e tenho motivos para dizer que ela está muito interessante. Minha primeira conlang a posteriori; bem, parcialmente. Tenho uma grande parte do vocabulário base derivado do Bretão e do Gaulês, mas palavras atuais (no tempo atual do cenário específico) para coisas que a população em geral no mundo contamporâneo em que vivemos, nós –– mortais ou não –– A Terra, não sabe o que são. Não é tão simples; mas imagine a história do mundo se Roma não houvesse existido,... Isso vai te dar uma ideia do contexto no qual esta língua está muito aos poucos sendo desenvolvida; e tudo mais seria spoiler, então: "Corta!".

No momento oportuno, voltamos a este ponto em questão; mas este texto pode demorar.

Olhando as anotações, Akkia foi impulsionada adiante quando foi definido o Narasalama, os relacionais.

Sol: Eu adoro essa palavra!, acho que inventada por Sylvia Sotomayor; mas eu uso pra outra finalidade.

Sol: Isso foi mais ou menos na mesma época que tomei contato com o Celinese, de Andy Ayres; que língua linda,...

Muito antes de Schlasch (Opinião) ser essencial para Akkia, o Narasalama foi a base das palavras de conteúdo.

Os relacionais incluem: pessoa, idéia, coisa, tempo e lugar; quem, o que, quando, como e onde etc.

O Interesse (Poesia) profundo em desvendar A Magia (Real) e usar regras similares para A Magia (Ficção) faz com que Action Tale Enigma tenha se tornado um método de criação de histórias próprio; e lá se vão dúvidas sobre ele ser lançado ou não no futuro.

Você vai poder conferir em breve a Aula de Akkia (1), que está sendo planejada; e a lista relativa às aulas.

Não basta as aulas, para que alguém se torne fluente em uma conlang; acredite: é preciso gostar de estudar.

Acreditamos que "gostar de estudar" define o público das ideolínguas deste projeto; e "se divertir ao estudar", também.

Akkia usa a Teoria de Operador (aquela, do mestre do Chomsky), de que apenas as palavras "essenciais" são necessárias, assim o estudante deve se acostumar –– tal como ocorre no Japonês –– a entender o Contexto (ki) em que a sentença é produzida.

Sei que o objetivo desta introdução ao processo não é esse, o de explicar o Formulae, mas o prefixo (ak) significa "essência", e (ki) significa "contexto", o que resulta em uma fórmula com o significado de: Akkia, ou "Essencial"; e isso é parte da Teoria do Operador usada todo o tempo. Sejam Bem-vindos ao conceito que dá origem ao Formulae; mas voltamos a ele depois assim que for adequado, pois não é o objetivo deste texto.

–– Malam? –– Ojookjita.

–– Como? (vai, está etc; você, ele, alguém) –– Bem (de saúde).

Na verdade, a terminação verbal -kjita indica "público".

Traduzindo melhor "Ojookjita", seria: Reconhecidamente bem de saúde.

Nem sempre existe uma tradução palavra por palavra entre uma língua e outra, e todo tradutor confirma.

Ao estudar uma conlang, seja para fazer parte da nação de falantes ou para a co-criação de um novo dialeto –– coisa que todas as línguas de nosso projeto aceitam, e Sol até mesmo encoraja os colegas a tentar –– fique esperto com a tradução palavra por palavra: isso não funciona.

Tradução literal é outra coisa: ela serve para a análise de conteúdo da língua.

Em geral, depois do processo de criação das bases e pontos de partida, segue a evolução da gramática.

Amigos da Letras me dizem: Gramática é regra. A partir das regras iniciais, aqui o objetivo está em dar profundidade a uma língua que não tem nenhum falante no momento em que está sendo concebida, ou seja, cada uma precisa de regras próprias e adequadas à sua realidade.

Vamos deste ponto em direção à Cultura que o conlanger "imagina" para os seus falantes.

Não sei se já disse isso, mas "Imaginação" é uma prática mágica essencial.

A Ficção afeta O Sonho, e O Sonho faz a pessoa agir diretamente sobre A Realidade.

Sem entrar em detalhes sobre O Sonho (Matrix), em que uma entidade é eleita o mediador entre as entidades, vamos ver que ao definir os ideais de uma sociedade de falantes, você encontra a continuação do processo de criação de uma língua; isso é baseado em experiência pessoal.

Agora sim, vamos expandir o vocabulário! Sua língua tem uma estrutura básica, regras e uma nação (ao menos).

Sol: Eu nunca havia sido bom em fonética, essa foi a coisa que menos estudei em termos de línguas.

Sol: Me lembro bem que fui questionado quanto ao inventário fonético de Akkia no grupo Conlangs, do Facebook.

Sol: Disse que não sabia fazer isso, e tive ajuda de muitos: Andy, Inara, George, William, Adam, J Diego; são muito mesmo. Agradeço aqui pela recepção calorosa que sempre tive, de todos os conlanger com que conversei, neste e em outros grupos.

Agora que você tem uma noção sobre os sons que tem, pense: como são formadas as palavras?

Se você tiver pensado nas fórmulas primeiro, não terá problemas com a fonética.

Ao expandir as línguas do projeto, o objetivo principal está em cumprir a função daquela sociedade: suas necessidades. Mas eu tenho um exemplo de formação de vocabulário que pode balançar um pouco esse barbante: Oká é uma língua muito alienígena, mas lembra o Francês.

–– Tacke jule la kleggá o klég-ec.

–– Não julgue uma pessoa por outra.

Tente pronunciar como se fosse Francês, e vai chegar bem perto do objetivo da pronúncia.

Mas, observe que klég (pessoa) não tem nada de Francês; e isso é muito óbvio.

Acho que um dos vícios aplicados à criação de todas as línguas do projeto está em que todas as letras são pronunciadas –– exceto quando indicado pelas regras que fazem parte da fórmula que deu origem à sua idealização; ou no caso de dialetos.

Você vai desenvolver vícios ao criar uma língua; não preocupe, apenas tome nota disso.

Este tipo de detalhe é muito importante para o processo de criação, porque você pode enfraquecer ou fortalecer seus pontos fortes, gosto pessoal etc, ainda mais se você participar do ato político de criação em grupo; isso sim, é um desafio! Acredite.

Oká, agora você tem um excelente ponto de partida para a criação de uma língua.

Sim sim, tudo isso é um esboço; agora, você precisa ou de tradução in-out para que sua língua evolua, se adapte ou mude –– ou, você precisa de material autoral para que, ao registrar este material, sua língua esteja inserida no mundo real.

Todos os grupo de discussão falam sobre você publicar uma gramática online da sua conlang.

Sol: Durante muito tempo eu não queria fazer isso, mas é realmente uma boa idéia.

Siga @FiatLingua no Twitter para mais informações; ou entre no grupo Constructed languages, no Facebook. Você vai encontrar vários grupos. Todos têm suas regras, história e muitos, muitos tópicos para discussão; neles, entre em contato com os Admins.

Mas bem, você pode não querer criar uma língua; este texto também considera este ponto.

Você quer aprender uma nova língua? Você quer aprender uma conlang? Excelente.

A aquisição de uma conlang é quase nada a ver com o estudo de línguas que você encontra por aí.

Em primeiro lugar, é necessário adquirir o raciocínio básico para se entender frases simples, afirmativa direta, negação, cumprimentos mais usados, e sim, uma lista de mais ou menos cinquenta palavras como vocabulário útil para o método que você decidir usar. Não vá longe demais, antes de estar em contato com a sua comunidade, nação ou como quer que a sociedade de falantes se organize: você não está sozinho.

O número de falantes de conlangs tem aumentado gradativamente, ao longo dos últimos anos.

Mas é necessário praticar –– Sol: Eu falo sozinho, em línguas que eu inventei; e não me importo com o que vão pensar –– E não é só de palavras que se faz uma língua, acho que isso ficou claro até este ponto; se torna necessário o contato com a conlang, seus idealizadores e ou a sua comunidade. Não se assuste nem com um grande número de fãs de uma conlang, nem com o contrário. Toda língua é única. E não se esqueça: Todos devem participar da Educação. Este é o lema da Nação da Magia, fundada por Sol Cajueiro para reunir os interessados nas línguas de Action Tale Enigma, além é claro, da discussão de Magia, seja ficção ou realidade. Ah!, mas não se assuste em descobrir além disso que a @themagicnation tem como objetivo "Encontrar a Pergunta; e não, qualquer resposta". Você também encontra exemplos em @schmmach –– A sa schmmachbui dil-a –– o Twitter direcionado a educação, de nosso projeto, também de Sol Cajueiro.

Você tem uma pergunta? Mande um tweet para @solcajueiro no Twitter.

Este texto ainda está em criação, então peço paciência a você leitor.

Aguarde enquanto é feita a redação e revisão desta página.

Outras páginas e anotações derivam de informações já presentes em algum outro texto.

Mais informações serão adicionadas aos poucos; e agradecemos pela sua paciência, seu apoio e comentários.

Envie um tweet para @solcajueiro no Twitter, com as suas perguntas.

Obrigado por ler.