Observador (Poesia)

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Poesia.

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Esta poesia foi publicada no Mais Poesia de 16 de Abril.

Observador

–– 2014, Belo Horizonte

Nós sóbrios

De tempos velhos

Ninguém sabe

A dúvida é a assassina

Da certeza

Mas o que era aquilo?

Ninguém sabe

Ah, breve luz da razão

Velejando o coração

Nós bêbados

De futuros idos

A aurora que vagueia

A dor que incendeia

Você que observa

Ninguém sabe.