Mitologia (Terra)

De Enigma
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Este é o texto sobre Mitologia da Terra.

A Terra ou Arda é um mundo singular; ele não era tão importante para nenhum Estado. Mas, ainda assim, ele é palco de tramas e estratégias de Facções em guerra e que disputam entre si pelo poder da palavra.

Siga para a página Mitologia para informações gerais.

Nota: Alguns direitos reservados (Sol Cajueiro).

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O Século 23 traz em seu coração mudanças no cenário político, econômico e também para todas as sociedades paralelas protegidas pela Academia; e estamos aqui para informar sobre as transformações profundas que modelam o ser pessoa.

A narrativa dos Eventos traz as necessidades da existência no centro das questões.

Muito se fala sobre Religião, Magia e Ciência.

São Três Mundos distintos e complementares; um não anula a existência do outro em nenhum momento. As ferramentas de um podem auxiliar no entendimento do outro, mas de maneira geral Religião e Ciência são como dois irmãos que não se falam; a Magia vem no meio exatamente por ter esse poder.

Tal como O Louco –– o herói –– viajando a cada carta do Tarot, os Três Mundos não podem ser compreendidos sem se passar por cada desafio e voltar com o bem de difícil acesso; o viajante estaria voltando ainda incompleto.

Vamos falar aqui de coisas que você está familiarizado, e outras nem tanto.

Há mais ou menos oito mil anos, Shiva enfrentou sua primeira transformação e veio ao mundo uma nova casta; sua família foi praticamente extinta, durante a colonização inglesa em seus territórios. Ela mandou uma mensagem de paz ao Ancião dos Anciões questionando o que ela havia feito de errado e, então, ele sugeriu que não estava por trás da caçada, mas sim os magos europeus.

Os magos surgiram (teoricamente) em Roma, e Shiva teve uma idéia: destruir Roma antes de ela existir.

Deu errado; mas isso dá mais uma história, voltamos a ela em breve.

Assim, os Deuses Azuis do oriente não existiam mais e, sozinha no mundo, ela decidiu investir em um herói: um mortal que tivesse uma idéia capaz de libertar seu povo, trazer paz à região e encontrou isso em Gandhi. Ao enfrentar os opressores com pacifismo, houve uma grande comoção mundial. O nascimento da Opinião Pública mundial traz em si mesmo a semente de destruição do sistema, implantado pelas várias facções de magos semi-unidas entre si desde que venceram Athon, ainda no Egito antigo, quando o primeiro grupo de magos se uniu contra O Deus Vivo, Akhenaton.

Nota: alguns nomes têm grafia diferente da usual devido a fonética das Conlangs parte do projeto.

Mas os magos tiveram vários inimigos extremamente poderosos, e que não conseguiram vencer.

O mais famoso deles foi Othinus, ou Odin. Vivendo entre os Valar, em cujas veias O Sangue do Norte corria, ele plantou um "erro" calculado e que os magos não viram até ter acontecido; ninguém sabe se isso mudou ou não o futuro terrível que os videntes chamam de O Fim do Mundo, mas o fato de errar dividiu os magos europeus pela primeira vez, se unificando novamente aos trancos contra os Deuses Azuis; Shiva sobreviveu, e fundou sua própria Corte –– o Ancião dos Anciões lhe permitiu o feito, uma vez que O Sangue da Magia havia também fundado uma Corte durante a Invasão da América. Os magos se aproveitaram da influência desta Corte para "converter" esta Corte em um "ativo" seu; e, depois de certas Obrigações, conseguiram.

Durante o Incêndio de Alexandria, uma jovem guardiã em cujas veias O Sangue de Ibis vivia, recém transformada, recebeu um Baú de seu Mestre e recebeu a ordem de fugir e proteger o Conhecimento, missão para a qual foi treinada. Kippa esteve em guerrilla contra uma Ordos (Facção) sem nome durante mil e quinhentos anos. Em teoria, esta era a Ordos por trás da Idade Média, a Caça às Bruxas e a Invasão da América etc. A destruição sistemática do Conhecimento parou apenas porque uma Entidade de extremo poder organizou uma nova Facção, os alienistas, e usava de técnicas e táticas de alienação e lavagem cerebral coletiva da população, simplesmente eliminando todos aqueles que eram contra. A Geist teve fim desconhecido; ninguém tem certeza do que aconteceu a esta Entidade depois da guerra. O fato é que sua Magia de repente abandonou os magos alienistas e eles, então, perderam a guerra.

A Sombra, que também perdeu a guerra, foi reorganizada por uma monge das sombras, Fuyuko-samá preparou o oriente para enfrentar os magos europeus; mas talvez não tenha outra opção a não ser apoiar o surgimento dos bruxos.

Até isso, as bruxas eram caçadas pelos magos; a Fogueira (Ritual) era um intrincado arcano de transferência de poder. Assim que a bruxa perdia a sua Magia, ela queimava de verdade.

Enquanto isso, a população se acostumou a viver sem o Conhecimento da existência da Magia, do Sobrenatural etc.

Assim, os Três Mundos se dividiram, se tornando opostos e antagônicos.

A Terra perde muito com essa divisão.

A Ceifadora impede a ressurreição, um dos símbolos dos schamant.

A Torre está pronta para punir os devaneios de poder dos arcanistas europeus.

A existência do mundo está ameaçada, todos os dias.

Isso tudo porque a Ordos (Facção) que tentou dominar o mundo usou viajem no tempo.

Isso chega a um pouco próximo da destruição total, até a Natureza proibir.

A Supermitologia ediche afetou a Terra, mas ninguém se dá conta de que a Superraça tem qualquer influência sobre a Terra; Akkoya está a vinte e seis sistemas de distância, dependendo da rota escolhida. Além disso, a Terra não está se dedicando a desenvolver as tecnologias que a levariam ao domínio do espaço como querem crer os cientistas; o salto de tecnologia pulou partes essenciais para isso. E, vivendo o medo dos alienígenas imposto pela mídia, o ser humano se dirige ao encontro de nada com coisa alguma.

Ainda assim, a tecnologia resolve os problemas que afligiram a humanidade, desde o início (?), como doenças incuráveis. Apesar da quase extinção de muitas espécies devido ao problema climático que, curiosamente, foi o que uniu todas as Nações contra o domínio de um Extradimensional que esteve por trás da guerra, esta mesma guerra unificou o mundo, e a Academia protege em sigilo todas as Sociedades Paralelas, observando na Lei as regras de convivência entre elas. Aqui, o crime não está em matar, mas sim em contrariar os Tratados de Paz; e é Lei o não envolvimento da população comum.

Aqueles que atacam sem motivo serão punidos.

Este é o Resumo sobre a Mitologia da Terra, e por Resumo diz-se introdução.

Siga para a página A Guerra das Ordos (Terra) para mais informações.

A história recente da Terra inclui A Guerra das Ordos como um Evento definidor da Oculta, uma série de Eventos milenares, na qual as pessoas foram forçadas a tomar lados, mesmo que não quisessem. Os Independentes (Terra) eram muitos. As Ordos (Facções) não tinham nenhum interesse em que os independentes continuassem a existir, a não ser que tomassem um lado na guerra que estava por vir. A Guerra incluiu três Grandes Guerras que, em verdade, são uma única Guerra e que forçou o mundo a se unificar; mas mais informações serão dadas aos poucos nos Romances, Contos etc.

Todos se viram forçados, na Terceira Guerra, a enfrentar O Extradimensional.

Assim, as Ordos se enfrentam e um novo cenário se forma para as pessoas de todos os tipos.

A Ecologia (Terra) se torna um fator essencial para a sobrevivência de todos.

A Academia se unifica para tornar possível a vida entre Nações muito diferentes entre si.

Na Terra da antiguidade, os magos se voltaram contra as bruxas. Isso se refletiu em mais de mil anos de guerra entre estes dois grupos, mas como os magos estavam também ligados à Igreja (Terra), as bruxas foram caçadas e queimadas durante a Inquisição (Terra); sabe-se que algumas escaparam, mas o Ritual usado vencia o seu poder pessoal e o mago, geralmente oculto entre os religiosos, tomava o poder dela para ele. Este, entre outros famosos Eventos da Oculta (Terra), termina quando do surgimento dos revoltosos bruxos no início do Século 21. O surgimento da Nação Mágica e o Efeito Mellanium podem ou não ter relação entre si, mas é sabido que Temonozor, O Líder dos Infernos, não estava por trás deles; os Imortais parecem ter a responsabilidade de ter jogado todas as facções contra elas mesmas, desestabilizando o mundo e gerando o movimento final da Guerra, que recebeu o nome de Terceira Guerra, apesar de todas elas, incluindo a Guerra Fria (Terra) e outras guerras laterais, além da Guerra de Culturas (Terra) e de informação que antecedem a III Guerra, se contabilizarem em uma mesma Guerra: O Capital tentava dominar o mundo, mas a Natureza proibiu a viajem no tempo.

Deu tempo de salvar a última Sinistra, base ecológica da Magia no ecossistema.

Durante A Guerra das Ordos, muitos assassinatos marcaram as sociedades paralelas.

Isso muda em muito o cenário do mundo em que vivemos, e a Terra sofre uma enorme interrogação profética na cabeça daqueles que desejam sobreviver. A quantidade de mortes por envenenamento é enorme. Ainda assim, o passado precisa ser revisitado, a memória perdida, recuperada, para que seja possível compreender outro tempo, culturas etc.

Diz a lenda que Shiva foi a única sobrevivente nekron da guerra que assolou o oriente, e extinguiu os Azuis, seu povo. Os Azuis (Terra) foram um Sangue que viveu há até seis mil anos atrás, de vampiros que não tinham a "doença" da luz do dia; viviam de dia, normalmente. Mas, de acordo com a Fonte que nos revelou estas informações, Ajigla, um dos líderes do povo caçador kurgan os caçou a todos. Deixaram um rastro de sangue pelo oriente. Depois, este Sangue recebeu uma maldição por ter feito tal crime contra os imortais, apesar de ninguém saber dizer quem foi o(a) responsável, e eles se tornaram os Amaldiçoados. Sua maldição se manifesta sobre deformidades, entre elas a da Presença, que entre seus membros mais antigos pode ser sentida em todo um bairro grande, ou cidade, dependendo da idade do imortal. Depois da expansão do monoteísmo, isso acaba depois por relacionar vampiros com amaldiçoados por Deus; mas esta é uma lenda tardia.

Na antiguidade, os druidas dominavam a Europa, com a ajuda do Sangue do Norte da escandinávia.

Diz a lenda que Týr deu origem a este Sangue que, entre outras coisas, os transforma sempre em caçadores.

A África, com um território tão grande, teve feiticeiros e vampiros lado a lado por milênios a fio. Isso só começou a se modificar com a queda de uma grande cidade na região central, a qual era o centro de um império. Algumas outras cidades menores disputavam esse poder. Muito tempo depois, magos e vampiros por trás de Roma planejaram A Queda dos Príncipes (Terra) (esse era o título dos vampiros africanos entre si), e mantiveram o massacre até muito recentemente, sendo o Século 21 considerado o momento em que mais nenhum membro do Sangue vampírico africano é encontrado. O Sangue da Noite europeu tem muitas respostas a dar. Mas, depois disso, a África começa a se recuperar dos dois milênios de guerra, e ao menos a população começa a ter uma vida um pouco mais tranquila; sendo que isso pode ou não ter a ver com a influência dos alquimistas do leste sobre a região, devido a sua ligação com o monoteísmo que se tornou importante no continente.

Na América do Norte, foi fundada uma Corte: A Corte de Boston reúne o Sangue da Magia em sua guerra aos Tottems. A partir de 1650, sua Torre venceu todas as investidas nativas contra seu poder, deixando a sociedade tottemica isolada em seus territórios.

Diz a lenda que isso tem a ver com a morte de muitos mestres indígenas, durante a invasão dos vampiros. Mas eram os magos por trás da guerra, mais uma vez.

Apesar de e porque foram os magos que tomaram o controle sobre a região e se fortalesceram como império, principalmente depois da II Guerra Mundial. A mitologia nativa, porém, se manteve em sua maior parte, dentro das reservas, em tradição oral. Grande parte do poder de lidar com os espíritos se perdeu. A Magia praticada pelas bruxas tomou o lugar de resistir ao poder dos magos. Disso nascem duas escolas de pensamento mágico adicionais ao dos nativos, além de expandir a guerra que já acontecia na Europa desde a Idade Média, contra as bruxas.

Durante o Iluminismo, a morte do antigo Senhor dos Sonhos, que era a Entidade da Paixão, encerra a expansão monoteísta como a escola de pensamento na Europa, mas a razão e a lógica não se aplicam ao estudo dos eventos que fogem ao método científico.

Se a ciência começar a estudar O Invisível, fará mais avanços em décadas do que fez em muitos séculos.

Aguarde enquanto é feita a redação e revisão desta página.

As anotações feitas de sessões em que muitas dessas informações foram decididas mostram que nem tudo isso foi criado em um dia. Várias vezes, uma informação aqui e ali foi anotada com mais de um ano entre uma anotação e outra, deixando a análise bem complexa.

Separando as anotações em fases apropriadas, temos o início em 1991, vemos que 1994-2001 é uma divisão clara, 2001-2006 inclui muitos testes sem data, e daí em diante encontram-se as anotações feitas ao mesmo tempo que a ampliação do universo ficcional que inclui os Romances já sendo planejados.

A Mitologia vai encontrar várias páginas com informações relevantes.

Aguarde enquanto é feita a redação e revisão desta página.

Outras páginas e anotações derivam de informações já presentes em algum outro texto.

Mais informações serão adicionadas aos poucos; e agradecemos pela sua paciência, seu apoio e comentários.

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Aguarde atualizações, à medida que os textos forem sendo registrados: Romances, Contos, Poesias etc.

As anotações sobre o projeto serão compartilhadas, aos poucos.

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