Kalaummuklutwa

De Enigma
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Esta é a página sobre Kalaummuklutwa.

Kalaummuklutwa é um estágio e Timeline paralela entre Toj e Akkoya. Aqui você encontra informações relevantes para O Jogo, em seus Três Níveis: comum, herói e jogador; e notas sobre as histórias jogadas, Eventos importantes, Magia e a disputa pelo poder da palavra, e outras.

A narrativa dos Eventos traz as necessidades da existência no centro das questões.

Nota: Todos os direitos reservados (Sol Cajueiro).

Kalaummuklutwa é o passado de Akkoya, um mundo capital da superraça ediche localizado no Setor Laranja da galáxia 52, e que se localiza há cinco ou sete saltos de distância da Terra, foco de atenção do Setor Cinza da 35B, da raça dos cinzas gray, ambos os mundos na mesma galáxia.

Siga para Superleis Ediche (lei) para ler o estatuto das pessoas de poder de Akkoya.

As duas estrelas de Kalaummuklutwa –– futura Akkoya –– Asla e Basch representam o ciclo de renascimento, em que os mundos passam pelo superverão a cada um ano e meio ou três anos e meio, um evento no qual toda a natureza "morre" e "renasce". Kalaummuklutwa sente isso na perda das folhas das árvores, queimadas e no aquecimento dos oceanos; ou principalmente, também, no comportamento dos animais cuja observação permite ao nativo ediche entender como sobreviver ao evento: todos os animais estocam comida, constroem suas tocas e abrigos sempre próximos a fonte de água e evitam a fadiga por duas semanas. As duas semanas de superverão deixam uma marca profunda na religião de Kalaummuklutwa, em que a Natureza se renova. O evento acontece quando as duas estrelas estão alinhadas em eclipse. Dura duas semanas, enquanto toda a natureza se recolhe para, depois, brotar violentamente com chuvas (ou neve) no mês seguinte.

O mundo de Kalaummuklutwa é o futuro de Toj, Era Mítica da semicapital ediche Akkoya.

No ano de 2016 da Maré –– ou Onda –– o Cristal se quebra, e o sistema deixa de ser considerado Era Mítica. Mas isso não é tão simples. Vamos tratar isso mais adiante. Até então, foram anos e anos de problemas gerado amplamente por duas coisas: primeiro, os monoteístas deixaram uma marca terrível neste mundo ediche, antes de seu império ruir, deixando muito mais dúvidas do que quando o primeiro grupo de monoteístas chegou à região oeste. Segundo, as pessoas comuns viviam com medo das pessoas de poder; em especial, as pessoas de poder com maior nível de poder pessoal, também chamadas de Pessoas de Destruição em Massa pela Segunda Ordem. Derivado do primeiro problema, a luta monoteísta para impor o conceito de crime divino ou "pecado" e da luta dos Cavaleiros monoteístas pela "servitude", mundo afora, aqueles que estudavam história viam isso como um reflexo da morte de Pan, O Deus Terrível: "Deuses podem morrer?", concluía-se que eram criaturas, não criadores.

Enquanto o medo dos comuns se tornava maior, via-se problemas adiante.

Diversas profecias falavam de um novo Rei Múmia, vivendo em uma Câmara Azul. Isso se espalhou depois de videntes de vários lugares começarem a ver esse tipo de prisão caixão.

Em teoria, ele iria desenvolver uma tecnologia capaz de viajar pelo Tempo.

Ambar, Deusa do Tempo e da Magia, confirmou que este inimigo iria conseguir isso. Não havia outra saída, a não ser fazer o que o Mestre Elemental aconselhava.

De acordo com Torian, o Mestre Elemental, a quebra do Cristal iria mudar o mundo para sempre.

Depois de 150 anos de discussões, a nobreza decidiu se esconder e viver uma sociedade paralela.

Os Nove Avatares, imortais em forma de criança, fizeram a Quebra de Cristal de Toj.

Assim, Toj (o mundo, em Oká, a língua ediche local) ficou com a forma padrão do mundo, enquanto Kalagoktwa se tornou o astral, agora imenso e com dois anéis; mas Treiyka, onde vivia a raça reptiliana drakma havia se mudado com ajuda fauk para outro mundo, se tornou uma lua, deserta e alaranjada, com névoa ao redor.

A Academia, formada por pessoas que queriam que "questionar" não fosse crime em lugar algum, recebeu a notícia da raça drakma, considerando-os extradimensionais, de que o espaço estava observando.

Tol Rim, a capital monoteísta, aceitou a língua ediche Oká e abandonou o monoteísmo, quando os avatares foram chamados para por fim a esta guerra milenar. Os Teifer caçaram todos os castelos pessoa. Eles viviam no território ao norte da grande região ao redor de Tol Rim, mas diz a lenda que A Muralha (Tol Rim) que surgiu separando o oeste em duas partes foi obra de Torian, mas não se sabe ao certo se ele teve ajuda. Julga-se que Ambar tenha ajudado, ou se não, poderia-se considerar este arcanista como invencível.

Raýla assume como Princesa de Abbas e dos vampiros, deu o primeiro voto a favor das mudanças esperadas. O grande problema era que estavam todos vivendo a Era da Tempestade, e pessoas desapareciam em um lugar, apenas para surgir novamente anos depois em outro lugar. Ninguém entendia. Somente uma pessoa, que fez o treinamento de Guardião para cuidar da sociedade ediche e seu fiel daktyl voltaram com as memórias do que acontecia com as pessoas que desapareciam sem explicações.

Viketklég viveu onde O Nada existia. Viket voltou com muito conhecimento, e ajudou Mestre Moolu, o tutor que guia Os Dois Avatares (Kalaummuklutwa) para solucionar as Tempestades, a reformular A Ordem da Luz (Akkoya), que nesta época funcionava apenas no Leste Negro.

Raýla dirigiu os trabalhos de organizar cinco Cortes que ocupariam seu lugar, em caso de ela desaparecer. Mas Toj ainda tinha problemas muito sérios: era um mundo inteiramente feudal, apesar de globalizado. A princesa vampýr não desapareceu, como alguns outros líderes mundiais, por exemplo os nobres que regiam a Região Central do Grande Continente, em que a Academia se forma. Sua língua, Oká é uma língua de corda, com questionamentos quase infinitos e perguntas com continuação, formação de palavras enquanto se produz o discurso, se expandiu e atraiu a atenção da princesa dos vammpiros, que aprendeu e assimilou a língua em Abbas, o Centro Oeste.

A língua ediche Oká permitia a discussão de filosofia, economia e política em todos os lugares.

Surgiu a idéia de um Contrato. Este Contrato levaria em conta tanto os problemas reais e históricos, quanto previsões e profecias. Em primeiro lugar, a servidão seria abandonada e os nobres, ou seja, pessoas de poder iriam se afastar, deixando as pessoas comuns a se governar. A Academia iria fundar escolas sob sua tutela em cada uma das capitais, permitindo uma mudança gradual (era o esperado), de servidão para liberdade. A Guilda do Comércio, mais antiga organização ediche, iria participar: os comerciantes iriam agregar a população em funções ou baseadas em aptidões ou treinamento. Mas, na verdade, as coisas mudaram mais rápido do que o esperado. Deu-se início à Era do Vapor. O Contrato exigia que as pessoas comuns, para que pudessem viver sem o governo das pessoas de poder, deviam ser capazes de não depender de Magia, Manifestação e Poder, o que gerou o uso do vapor e, então, o dia a dia das pessoas comuns se modificou, rapidamente, enquanto ferrovias começaram a se espalhar pelo mundo.

O mundo também mudou de nome: Kalaummuklutwa, nome identificado com o progresso.

Mas nem todos concordaram; e diversas famílias de nobres viam que rapidamente seriam pobres. Durante os primeiros 50 anos, isso tudo aconteceu de forma organizada, ainda sob tutela das pessoas de poder, e o surgimento das Corporações, a serviço da nobreza.

Aos poucos, nos próximos 50 anos, as pessoas comuns –– que, gradualmente, tomavam parte do Contrato –– não tinham mais a noção exata de que haviam outros planetas no céu, ou que Deuses e Deusas enviavam avatares ao mundo, mas sempre havia um "tolo" que sabia das coisas,...

Ao final de 150 anos, depois de algumas gerações, o mundo era incrivelmente diferente.

Assim, no ano 2160, com uma economia baseada em Crédito, grandes negócios e corporações surgiam.

Apenas cinco profissões foram consideradas livres: o médico, o engenheiro, o advogado, o investigador e o repórter. Aqui, "livre" significa que estas pessoas tinham apoio de todos no Contrato para ter liberdade em seus negócios, mesmo fora das grandes corporações.

Kalaummuklutwa vive uma Era do Vapor (Akkoya), que vai durar mais ou menos três mil anos.

A partir do momento em que as grandes corporações estavam no poder, a Guilda do Comércio prosperou, mas acusaçoes desde a Era de Toj (Akkoya) de que a Guilda operava com contratos feitos a sangue e que havia demônios entre seus empregados aconteciam frequentemente. Foi então, que o primeiro contato aconteceu.

A raça ikka, as brancas, hoje avistäa e blãch -- uma raça dividida entre aqueles que tem fúria e aqueles que não tem fúria -- apresentou a Hierarquia do Estado Shiah para Raýla e sua corte, em Abbas, região centro oeste do Grande Continente. Raýla entrou para a história, e depois disso nem mesmo as pessoas comuns deixam de saber quem é ela, uma imortal que assinou a paz com uma raça estrangeira visitante. Ainda que isso tenha acontecido em Abbas, o registro disso foi para Ryklant, onde a Academia guarda 90% das relíquias históricas de documentação. Também é onde se guarda todos os textos ditos Profecias, feitos por incontáveis videntes ao longo da história.

Kalaummuklutwa teve uma revelação, muito muito importante e galática.

A aceitação dos dragões de bronze como guardiões das famílias mais importantes, nas quais nasciam a maior parte dos videntes deste mundo, fez com que o Dragão Dourado se revelasse. Todos acreditavam que ele era o Dragão de Prata, mas ele mesmo revela que isso não existe. Dragões de Prata são, na verdade, a forma das almas das lunares, e são As Desafiadoras de Solares, tradução do nome em draka. A presença da Sabedoria no mundo fez milagres. Também é revelado que a Deusa Dragão viveu neste mundo, e era ajudante da entidade A Justiça, uma curandeira cega que tratava todas as doenças que lhe chegavam, nos Templos do Leste Negro, da Ordem da Luz.

Existia uma lenda sobre um Troll Filósofo, que morava em uma caverna a nordeste de Ryklant, terras de Priatel, que guardava um tesouro, uma Ruína do Conselho dos Guardiões da Comunidade.

Esta ruína tem 200 milhões de anos, e é uma caverna onde estalactites e estalagmites mantiveram as partes principais do lugar, e este heatmit, ou heremita, o Troll Filósofo guardou a entrada até que o dragão dourado tivesse voltado de usa prisão de seissentos anos, em uma tumba sala do tesouro, deitado sobre mais ouro do que se pode imaginar e sem um pedaço de carne para martigar. A Deusa Dragão, conhecida como A Deusa das Mil Infantes, porque ela é capaz de encarnar em milhares de mundos ao mesmo tempo, é a Deusa da Magia e dos Tratados de Paz, e isso teve influência muito grande sobre Kalaunnuklutwa e seu futuro, por causa do Templo dos Cristais, a caverna aonde Hadesh ia para sintonizar, e onde havia aceitado cuidar da caverna para o Troll Filósofo enquanto ele dava treinamento para os dois Avatares, e é nessa caverna que nasceu a família de Hadesh, primeiros oeldra de Akkoya. Mas Hadesh era na verdade Trakmass, e voltou para seu mundo, a lua de Kalaummuklutwa, Treyka.

Isso significa que todo o povo de Trakmass foi embora para o sistema mais próximo, com a ajuda ikka, e eram todos eles drakma, ou seja, reptilianos -- quando Kalagoktwa se transformou no astrala de Kalaummuklutwa, avisando que o tempo que eles tinham para decifrar os enigmas estava acabando (talvez, houvessem mais mil anos, no máximo), enfim o Avatar da Deusa Dragão teve autorização de Trakmass e do Dragão Dourado para entrar na Caverna.

A caverna reagiu, revelando que aquele era um computador do Conselho dos Guardiões da Comunidade, ordos que ruiu há duzentos milhões de anos comuns, mas nem a Deusa nem ninguém conseguiu aprender a operar.

Ninguém nunca conseguiu aprender a operar este computador, mas ele dá sinais de vida de vez em quando.

A população comum não aceitou a raça ikka. Descobrir que os seus anjos eram uma raça estrangeira que se passava por anjos para estudar e controlar não foi uma coisa fácil de engolir; mas, logo depois, vieram os fauk, os arbóreos da Floresta Imperial.

Mas, enfim, o contato público foi feito, e blãch -- a parcela da raça ikka que tem olhos brancos em fúria -- avisou que o grande problema era a viajem no tempo, era uma proibição. Ninguém pode fazer isso. Isso altera coisas muito perigosas e terríveis nas linhas do tempo. Este é o verdadeiro Tabi (tabu), universal. Dizem as lendas de Toj que alguns santos conseguem fazer a viajem, ainda estando no mesmo lugar. Isso é uma coisa que este Tipo consegue fazer e que somente os idiotas iriam tentar controlar.

Mas porque as ikka estavam ajudando os ediche de Kalaummuklutwa?

Ao mesmo tempo em que A Tempestade acontece em Toj, forçando o mundo a entrar em uma cadeia de mudanças e a fazer um rigoroso arquivo de tudo, O Arquivo (Ikka) fugiu.

O Arquivo foge, deixando as ikka preocupadas, pois ele tem vinte mil anos de arquivos, mas ninguém sabe como ele faz para fazer a viajem estelar sem nave -- este é o maior desejo dos gananciosos, desvendar esse segredo.

Ainda em 2160, as mudanças na Tempestade começam, e os antigos começam a despertar.

Ainda no século 21 tka (da tempestade), havia um clã com problemas. O clã Ratkin ainda era amaldiçoado e trazia doença aonde ia, mas a reunião de clãs fez com que eles se tornassem a cura deles mesmos. Foi o último clã a se unificar, também. A Era do Vapor ainda iria durar mil anos, mas por volta do ano 3000, toda a sociedade já sabia da existência de tecnologias avançadas e não usadas, e os clãs fazem uma votação. A saída do Vapor para a Era Espacial aconteceu de uma vez, e foi quando os ediche de Akkoya encontraram os ediche de Tanahta, além da maravilha arquitetônica do mundo de Archailax, o mundo ikka mais próximo.

O Dragão Dourado orienta o mundo a se esconder, e as pessoas de poder se escondem.

Desta maneira, nenhum observador estrangeiro vai entender como a nobreza ediche de Kalaummuklutwa funciona, evitando problemas futuros com algum mundo que queira uma colônia, o que é proibido no Estado Shiah.

Alguns imortais públicos, ou seja, imortais que a população conhece, como Raýla, Torian e Tacke, insistiam em que o mundo devia se fechar, pois A Tempestade não havia acabado. A Tempestade barrou a evolução espacial de Kalaummuklutwa por mais dois mil anos. Nesse tempo, todas as tecnologias avançadas da mecatrônica foram alcançadas, e os topteros mantinham a paz -- sk8tas e suas pranchas voadoras vagam pelos céus das grandes cidades -- mas foi então que aconteceu o anúncio de que A Tempestade iria acabar, com a morte dos Amantes.

A morte e ressurreição dos Amantes, que seguravam A Tempestade com seu amor, em local desconhecido, gerou a lenda chamada O Ninho dos Amantes (lenda), que conta a história deles. Os Priatel celebraram. Eles são da nobreza de Ryklant, e o casal reencontra Torian, seu filho. Os Amantes, então, ensinaram a fazer O Vinho dos Amantes, servido em um prato: limão, geléia, granola e açúcar.

Os dois Avatares tomaram o lugar dos Amantes, assim que nasce a herdeira de Raýla, Amanda.

Por volta do ano 5000, quando os ediche tinham já encontrado oito mundos ediche e colonizado dois mundos, ou seja, sabiam muito bem como era o espaço, A Tempestade acabou.

Assim, o mundo mudou de nome mais uma vez e se tornou Akkoya, herdeira de Toj e Kalaummuklutwa.

O ano atual de Akkoya é o ano 5902, mas eles abandonada o tka (da Tempestade), e usam de Akkoya.

Assim sendo, Kalaummuklutwa existe entre os anos 672 de Toj e 5012 de Akkoya. Vale lembrar que quando a nobreza se tornou Os Senhores das grandes corporações, isso era uma jogada para se esconder a sociedade das pessoas de poder, e funcionou. Os céus se abriram. O fim da Tempestade trouxe o céu de um planeta a Kalaummuklutwa. O céu sem véu, que é ao mesmo tempo assustador e maravilhoso. Só então o povo percebeu que não era lenda, e sua lua era rachada, além de ser bem maior do que pensavam, um terço do tamanho do mundo. A rachadura tinha linhas de energia astrala que ligavam a lua a partes que haviam se soltado, da mesma maneira que Torian dizia que era e as pessoas duvidavam.

Tem início A Guerra das Três Raças, ediche, ikka e drakma. Isso legitimou a colonização dos oito mundos que os ediche de Akkoya queriam abraçar, e estes mundos foram importantíssimos na guerra.

O mundo de Tanahta, por exemplo, estava sendo terraformado pelos drakma porque havia se tornado o próprio Inferno, mas a ajuda ediche de Akkoya fez com que os ediche de Tanahta vencessem a guerra contra os reptilianos. Os ediche não tem a tecnologia de terraformagem, e os reptilianos drakma pediram para continuar morando na selva de Tanahta, quando os ediche, os ikka e os drakma se renderam.

Eles se renderam porque Tanahta foi bombardeada, por uma frota desconhecida e totalmente invisível.

O bombardeio acabou com os problemas, e o Inferno voltou a ser O Inferno de Tanahta, depois disso, sem explicações.

O ano de 5902 de Akkoya é o atual, com nove mundos e duas colônias. Recentemente, Orija foi incluída na lista de colônias ediche de Akkoya, mas é um mundo inferno. Sua selva é tão selvagem que praticamente ninguém passa nos testes de sobrevivência necessários. É uma lua florestal, de um planeta grande. As áreas habitáveis são cavernas gigantescas e com o tamanho de vários planetas pequenos. O objetivo é ter mais uma estação escola ao redor de Orija, segunda sob o contole de Akkoya, além da 5E, A Quinta Estação, deste mesmo mundo capital e de seus mundos aliados.

Kalaummuklutwa fez seu trabalho, e Os Arquivos de Akkoya são muitíssimo importantes.

Aguarde enquanto é feita a redação e revisão desta página.

Testamos diversas outras possibilidades, focando-se em jogabilidade; e algumas anotações serão compartilhadas.

Outras páginas e anotações derivam de informações já presentes em algum outro texto.

Mais informações serão adicionadas aos poucos; e agradecemos pela sua paciência, seu apoio e comentários.

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