Água da Alma (Poesia)

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Poesia.

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Esta poesia foi publicada no Mais Poesia de 16 de Abril.

Água da Alma

–– 2001 & 2010, Elliot Gulanta

–– Elliot Gulanta (Sol Cajueiro), Báelorizont.

O Verme,

Encontro inesperado.

O Pulso que pulsa,

Palavras podem

Te entardecer.

O Nunca

É o entardecer voraz

Do Eterno Céu.

Evento Celeste,

Chorei por ti,

Por toda uma

Eternidade.

Agora sacia o Dom,

Sacia a Sede de Essência.

O Verme,

Encontro inesperado,

Pois a bela Rosa

Também possui

Espinhos.

Água da Alma,

O apenas desejo de essência,

Quiçá a Noite efêmera

De um Dia Eterno.

O Pulso que pulsa

Sacia do Dom.

Deus extra dos diurnos.

Deus intra dos noturnos.

Chorei,

Senso do entardecer.

Água da Alma,

A Dança infinita dos Eventos

É feita de Intenção.

O Pulso que pulsa,

O Verme,

Sacia o Dom.

A Vida,

Tão inesperada,

Lusco-fusco

Funesto

Da mortífera

Lógica.